PIX cobra taxa de transferência? Descubra agora!

O PIX veio para facilitar a vida de muita gente e, embora seja gratuito para a maior parte das pessoas físicas, há algumas taxas que podem pegar você de surpresa na hora de utilizar o serviço. Neste artigo, explicamos tudo sobre o assunto e também em quais situações o Pix cobra taxa de transferência.

Pix cobra taxa

Parece até difícil de acreditar, mas, de forma geral, o PIX não cobra taxa de transferência para Pessoa Física! Isso mesmo, você não precisa mais pagar taxas abusivas para transferir valores a terceiros ou para suas próprias contas em outros bancos. Ele chegou para revolucionar as transações financeiras sem, geralmente, cobrar nada a mais por isso.

O novo sistema de pagamento instantâneo instituído pelo Banco Central é seguro quando feito por intermédio de uma instituição financeira de credibilidade.

Por ser instantâneo, você faz a transferência e o destinatário recebe na hora, o que facilitou muito a vida de quem tinha que esperar para fazer transferências por conta do horário limite para as transações. O PIX funciona 24 horas por dia.

Se você quer entender mais sobre como funciona essa nova modalidade de transferências, possíveis tarifas para Pessoas Físicas e Jurídicas e como funciona a transferência para outros bancos, este artigo é para você.

Como funciona o PIX

O sistema funciona através de chaves cadastradas. Ou seja, para estar apto a fazer e receber por meio dessa modalidade, você precisa cadastrar chaves PIX no banco da sua preferência. Uma vez cadastradas as chaves, qualquer pessoa pode fazer transferência para você a partir delas.

As chaves podem ser cadastradas a partir dos seguintes dados:

  • número do seu CPF ou CNPJ;.
  • número do seu celular;
  • e-mail; ou
  • chave aleatória (código de letras e números gerados aleatoriamente).

Além de poder registrar mais de uma chave no mesmo banco, você também pode registrar a mesma chave para outras instituições. Nesses casos, quando você ou alguém fizer uma transferência, é preciso selecionar para qual das instituições bancárias será enviado o dinheiro.

Por isso, é sempre bom conversar com o destinatário ou deixar claro ao remetente para qual banco o dinheiro deve ser enviado.

Basicamente, para enviar uma transferência, você deve informar o valor, a chave PIX do destinatário, conferir as informações e selecionar o banco, caso seja necessário, além de autorizar a transação utilizando sua senha no aplicativo do banco.

E pronto!

O dinheiro cai instantaneamente na conta do destinatário e você pode enviar um comprovante para quem recebeu o dinheiro.

Confira algumas das perguntas mais frequentes quando o assunto é a nova modalidade de transferências.

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PIX cobra taxa de transferência?

Depende. Para a maioria das pessoas físicas, ele é gratuito e ilimitado. Já para Pessoas Jurídicas, a decisão sobre cobrar taxa de transferência ou não é da instituição bancária. Alguns bancos não cobram taxa caso as PJs sejam Microempreendedores Individuais (MEI), por exemplo.

Mesmo quando cobrada a tarifa para transferência, geralmente, ela fica muito abaixo do valor das taxas para TED (Transferência Eletrônica Disponível), girando em torno de 0,99 a 1,50% do valor da transação, o que ainda é uma vantagem na hora de escolher dentre as duas modalidades de transferência.

Bancos que cobram tarifas para Pessoas Jurídicas

Para transferir

  • Banco do Brasil: 0,99% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$ 10.
  • Safra: 1% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1,50 e máxima de R$ 9,90.
  • Santander: 1% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,50 e máxima de R$ 10.
  • Bradesco: 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1,65 e máxima de R$ 9.
  • Itaú: 1,45% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1,75 e máxima de R$ 9,60.

Para receber

  • Banco do Brasil por QR Code: 0,99% do valor da transação, com tarifa máxima de R$ 140.
  • Bradesco: 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,90 e máxima de R$ 145.
  • Santander por QR Code estático ou dinâmico: R$ 6,54; QR Code via checkout: 1,4% do valor transação, com tarifa mínima de R$ 0,95.
  • Safra por QR Code: 1,3% do valor da transação, com valor mínimo de R$ 1,50 e máximo de R$ 150.
  • Itaú por QR Code: 1,45% do valor pago, com tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$ 150.

Explicaremos nos próximos tópicos quais Pessoas Físicas estão sujeitas a cobrança de taxa pelo PIX.

PIX cobra taxa de transferência para outros bancos?

Não. Não se cobra taxa para transferir para outros bancos, já que um dos propósitos dessa modalidade de transferência é justamente desburocratizar as transferências entre instituições.

Até o momento, mais de 730 bancos e fintechs já adotaram esse sistema e as transferências podem ser feitas entre essas instituições sem cobrança de taxas para Pessoas Físicas.

Como sei quando o PIX vai ser cobrado?

O cliente deve se informar com seu banco para saber se há taxa para uso da tecnologia em contas PJ. Essa informação pode ser encontrada, na maioria das vezes, na área do Pix do site da instituição.

A cobrança também pode ser encontrada discriminada no comprovante da transação, que deve informar o valor pago a mais pela transferência. A quantia também estará descrita no extrato da conta.

Para Pessoas Físicas, a cobrança pode acontecer quando a transação é feita na agência, de forma presencial (a instituição é que opta por cobrar ou não do cliente nesses casos) ou quando o cliente recebe mais de 30 transações por mês na conta, o que pode configurar um uso comercial da conta.

Qual o valor limite para PIX?

Cada banco pode estabelecer o valor que vai colocar como limite para essas transações. Em algumas instituições, é possível ajustar esse limite pelo próprio aplicativo do banco.

A única exigência feita pelo Banco Central é que o valor não seja menor do que o limite estabelecido para TEDs.

Posso pagar contas com Pix?

Sim! Uma das vantagens desse sistema é que ele pode até mesmo substituir o boleto bancário. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em parceria com o Banco Central, possibilita o pagamento da conta de luz por meio do PIX — e esse é só o começo!

Várias empresas do ramo varejista e atacadista já utilizam o PIX como meio de pagamento. Você pode, inclusive, usá-lo para pagar por compras online em alguns sites, assim como compras no supermercado.

Legal, né?

No caso em que ele substitui um boleto, a empresa deve disponibilizar um QR Code para o consumidor, que pode ler o código através do aplicativo do banco e fazer o pagamento instantaneamente.

Qual o limite de horário para enviar PIX?

Não há limite de horário. A grande vantagem em relação aos antigos meios de transferência - TED e DOC - é que as transações são instantâneas (o destinatário recebe o valor na hora) e os pagamentos podem ser feitos 24 horas por dia, 7 dias por semana, incluindo feriados.

Bom, o que sabemos é que, com mais de 87 milhões de usuários do serviço no país, o PIX já se mostrou um grande fenômeno que descomplicou a vida de muita gente.

E você, o que achou dessa novidade? Conta pra gente!

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