Finanças empresariais: o que são e como funcionam?

Os estudos de finanças empresariais podem ser aplicados a qualquer tipo de negócio, seja ele pequeno, médio ou grande, contribuindo para a tomada de decisões no setor financeiro.

Finanças empresariais

O setor de finanças empresariais é relativamente novo no mercado, apesar de a administração de empresas já acontecer há alguns milhares de anos. Isso porque o setor colabora para uma melhor estruturação das empresas, o que também melhora os resultados, já que é por meio dele que podemos fazer algumas perguntas importantes que darão bases sólidas para o negócio.

E mesmo sem conhecer as teorias relacionadas à área, diversos gestores têm levado, nesse tempo todo, seus negócios adiante, e é fato que esse setor é capaz de facilitar as tomadas de decisões.

Ao estudar finanças empresariais, preocupamo-nos em responder questões que envolvem como administrar recursos escassos, os lucros e também como comprar esses recursos de forma que o valor da empresa sempre possa ser maximizado. Vamos saber mais?

O que são as finanças de uma empresa

Empresas são criadas para obter lucro por meio da prestação de serviços ou da venda de produtos. A partir disso, seus gestores devem tomar decisões respondendo a questões como:

  • Qual produto?
  • Qual serviço?
  • Para qual mercado?
  • Com quais meios?
  • Com quais materiais?

Essa pessoa que é gestor, líder, dono, chefe, CEO - Chief Executive Officer - ou também CFO - Chief Financial Officer - de uma empresa, está constantemente tendo que tomar decisões financeiras em vários níveis, que são baseadas em três princípios das finanças empresariais:

  • O princípio do financiamento
  • O princípio do investimento
  • O princípio do dividendo

Por isso, podemos dizer que as finanças de um negócio são o estudo das decisões que devem ser tomadas em relação ao dinheiro da empresa. E que não se tratam apenas de decisões financeiras: por envolverem o próprio objetivo da existência do negócio, que é o lucro, estamos falando de praticamente todas as decisões da empresa.

Afinal, para abrir, fechar, reduzir ou expandir um negócio, tudo depende das finanças, se existe, ou não, lucratividade e rentabilidade.

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Como funciona o setor de finanças empresariais

O objetivo das finanças empresariais é fazer a supervisão das atividades financeiras. É por isso que, ao longo dos anos, as empresas começaram a ter um departamento voltado apenas para esse assunto, que é o setor financeiro, que trata dos processos financeiros, mas não apenas isso.

Como já citamos, quase qualquer decisão que impacta uma empresa vai acabar partindo de alguma decisão tomada no setor financeiro, pois esse é um setor de alcance bastante amplo. Se você está começando a se aprofundar nesse assunto agora, precisa entender algumas definições básicas como o que é uma empresa e o que são ativos.

Nos estudos de finanças empresariais, empresa é qualquer tipo de negócio, seja privado ou público, pequeno ou grande, prestador de serviços ou fabricante de produtos. Já os ativos são qualquer tipo de investimento feito pela empresa.

Para financiar esses ativos, o negócio pode conseguir renda de duas fontes: buscando fundos de investidores ou instituições financeiras, garantindo pagar juros, que nada mais é do que gerar uma dívida; ou por meio de capital próprio, que é quando os investidores podem ter o que sobra depois que os pagamentos de juros já aconteceram.

Como podemos ver, aqui também é preciso tomar uma decisão: qual é a melhor forma de financiamento? E é justamente para isso que existem as finanças empresariais: para nortear as decisões do negócio, que giram em torno de financiamentos, investimentos e dividendos.

Decisão de financiamentos

Uma das primeiras decisões que toda empresa deve tomar é definir como obterá seu capital inicial. Aqui, é preciso decidir qual financiamento é o ideal para o negócio, para que, a longo prazo, a empresa seja bem sucedida.

Envolve, inclusive, definir tipos de financiamentos diferentes para cada necessidade do negócio e entender muito bem o mercado para escolher os melhores financiamentos. Afinal, além do capital inicial, será necessário manter um capital de giro.

Decisão de investimentos

Com o capital inicial garantido, é preciso tomar decisões sobre onde investir. Não apenas sobre onde investir seus lucros, mas seus recursos.

O seu capital inicial precisa ser distribuído de forma inteligente, conforme o que a sua empresa precisa, desde a infraestrutura, projetos, desenvolvimento de produtos, salários e marketing, por exemplo.

Decisão de dividendos

Depois de definir onde investir, você também deve decidir como vai distribuir seus lucros. Investimentos adicionais nos ativos da empresa entram aqui, preferencialmente em áreas dinâmicas, como a de desenvolvimento de novos produtos.

Assim, essas três principais decisões de um negócio, definidas pelas finanças empresariais, quando tomadas de forma estratégica, resultam em mais valor para a empresa.

É sobre garantir os tipos de financiamentos apropriados, adequar recursos corretamente e determinar a proporção ideal entre o quanto é devolvido às operações e quanto será distribuído como lucro.

Como o setor afeta a organização das empresas

Por ser um setor amplo e dinâmico, as finanças empresariais afetam de forma direta toda a organização dos negócios.

Por isso, qualquer empresa que queira ter sucesso precisa guiar toda a sua organização para o planejamento e controle dos seus recursos financeiros. Ter um setor de finanças para contar e garantir que vai existir dinheiro suficiente para manter a empresa, fazê-la crescer e expandir o negócio é fundamental.

Todos os setores de uma empresa dependem das definições do setor de finanças para poderem tomar suas próprias decisões. É por essa razão que controlar contas a pagar e a receber e todo o fluxo de caixa, bem como saber aplicar e captar recursos e gerir o capital de giro estão entre as atividades que o gestor financeiro empresarial precisa saber fazer com pleno domínio.

Qualquer decisão errada tomada aqui ou falta de controle financeiro vai resultar em prejuízos e complicações para os demais setores da empresa e para o negócio como um todo. Ou seja, a falta de gestão financeira pode desorganizar todo o negócio.

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